sábado, 14 de janeiro de 2012

É um prazer poder estar aqui com vocês! Lynx se apresentando!

Boa noite a todos! Eu sou Lynx e fui convidado pelo sr. Bruno Santos a participar destes pequenos e valorosos momentos na compania de vocês.
Agradeço ao Bruno por esta e muitas outras oportunidades que ele tem me dado com tanto afinco e carinho, embora algumas vezes eu seja pouco merecedor de tanta atenção. Enfim, Bruno muito obrigado!
Como todo começo é meio turbulento eu estou buscando por pensamentos tão preciosos quantos os já colocados aqui para dividir com vocês. Prometo que logo mais eu o farei.
Por hora, deixo a vocês umas poucas linhas que escrevi numa noite de chuva. Não me interpretem mal: eu adoro chuva. Principalmente aquela que lava a alma e penetra o coração.
Até a próxima pessoal o/

Vitral 

Ei, diga-me por quanto tempo estive adormecido?
Por que não ouvi sua voz me chamando?
Agora, naquela janela da cidade encharcada pela chuva
Nosso Vitral é tudo o que restou...

Os sonhos parecem ter fugido, mas não os seguimos
As estrelas perderam seu brilho, já não importam
O desespero parece ser meu único companheiro
Por que?

Os seus olhos parecem me seguir
por este cenário imaculado
Sua luz parece evocar o fim do Mundo
Lutar contra isso já não posso...

As risadas se calaram e eu não me preocupei
A sua mão se afastou da minha e eu não a procurei
O vazio toma meu peito
Por que?

Por que nos é proibido amar?
Por que nossos desejos devem morrer?
Por que devo te esquecer?

O calor não foi perdido, mas você já se foi
Chegou minha hora de partir e você não disse adeus
Se tudo é um pesadelo, por que não desperto?
Por que?

Ei, diga-me por quanto tempo fiquei calado?
Por que não ouvi seu lamento?
Agora, naquela janela da cidade encharcada pela chuva
Nosso Vitral é tudo o que restou...

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